Jogador foi campeão recentemente, pelo Mageense (Marcio Menezes / America Rio)

07/11/2018
No America, meia Miguel tem chave de ouro para ano agitado

Um dos recém-chegados ao Mecão, o meia-atacante Miguel passou por um ano um tanto movimentado. Começou na Seletiva deste ano, pelo Bonsucesso, inclusive atuando com destaque contra o America em mais de uma oportunidade. De lá, a disputa do Brasileirão (Série D) pelo Macaé e, ao fim da participação da equipe, o desafio de conduzir o time de sua cidade na Série C do Rio, o Mageense, com êxito total: título e destaque da competição.

Apesar da temporada agitada, ainda haveria tempo para um novo e motivador desafio: integrar o grupo que trabalha para colocar o Mecão na fase final do Estadual. Miguel celebra a oportunidade e valoriza a caminhada feita até vestir vermelho.

- Acho que a minha chegada no América não foi so pelo que produzi em 2018 mas pelo que eu venho produzindo desde 2015, com títulos, acessos e prêmios individuais pelo Campos, além dos títulos em 2017 (campeão capixaba pelo Atlético de Itapemirim) e 2018, da Série C do Rio, pelo Mageense - descreveu, orgulhosamente, antes de relacionar o amadurecimento da carreira após trabalhar com vários treinadores, como Marcelo Salles, Felipe Conceição e Maurinho.

O novo comandante, Luizinho Lemos, também recebeu elogios.

- O Luizinho é um grande treinador. Provou isso sendo campeão jogando com um sistema tático de três zagueiros, que muitos acham que é um sistema defensivo, mas provou exatamento o contrário - destacou, já se colocando à disposição do treinador para atuar como ele preferir.

- Eu jogo na beirada ou por dentro criando as jogadas, mas não tenho preferência. Farei de tudo pra ajudar o America a conquistar as vitórias, atuando onde ele quiser me colocar.

Bagagem
Experiencia na Seletiva é algo relevante e Miguel possui de sobra. No Mecão, será a terceira vez que ele jogará o torneio, considerado peculiar por todos os que a disputam. Ele busca o primeiro êxito na Fase Preliminar.

- Bati na trave duas vezes e não quero bater a terceira. É um torneio de tiro curto e muito intenso. Quase não dá tempo de se recuperar pro jogo seguinte. O segredo é se preparar bem fisicamente e a chave é vencer os jogos em casa até porque temos três. Nos dois fora, buscaremos pontuar. Isso sem dúvidas nos dará a classificação pra fase principal do Carioca.

A cobrança da torcida rubra, conhecida pelo alto grau de exigência, não assusta o jogador, conhecido pela energia que emprega durante as partidas.

- Já sei que a torcida cobra bastante, mas acredito que ela cobra porque sabe que podemos dar um algo a mais e é isso que eu sempre fiz na minha caminhada. No America, não será diferente.

- Departamento de Comunicação - AFC


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