(Marcio Menezes / America Rio)

25/03/2019
Depois de obter destaque por rivais, Julinho busca seu espaço no America

O volante Julinho é uma das caras novas do America para a disputa da Série B1 do Estadual e da Copa Rio. Mas, se o atleta vem se preparando para vestir a camisa rubra pela primeira vez, enfrentar o nosso manto é algo em que ele já possui considerável experiência.

Já são duas temporadas com atuações destacadas contra o Mecão. Primeiro, jogando pelo Bonsucesso, em 2018, e depois pelo Nova Iguaçu, seu último clube, na Seletiva e no Grupo X da Série A deste ano. Amostras claras do bom futebol que vem apresentando.

- A chance de jogar aqui veio através dos últimos campeonatos que disputei e eu acho que isso acabou me ajudando a chegar no America - diz o jogador, antes de reconhecer que enfrentar o Mecão tem, sim, sabor especial pra muitos clubes.

- O America é um clube de tradição e com isso todos querem dar o seu melhor para conseguir a vitória. Todos têm o pensamento de ganhar independentemente do adversário, mas os adversários dão um gás a mais.

Versatilidade
Dinâmico, o novo reforço rubro é capaz de atuar em várias funções no meio-campo. Apesar da disponibilidade para ajudar sempre, ele tem uma função preferida.

- Onde vou jogar vai depender bastante daquilo que o professor quiser de mim numa determinada partida em relação ao esquema tático. Mas a minha posição favorita é atuar como segundo volante.

Boa parte do elenco, na qual Julinho está incluído, tem a oportunidade de começar cedo os treinamentos. Nesta segunda-feira, foi iniciada a segunda semana de trabalhos, mas o próximo jogo oficial do Mecão, dia 25 de maio, contra o Nova Cidade, em Nilópolis, acontecerá apenas daqui a dois meses.

O volante comemora o tempo de preparação e revela como controlar a ansiedade pelo início das competições.

- Isso (o tempo de treinamento) acaba ajudando bastante numa preparação mais efetiva, pois sabemos das dificuldades das competições que estão por vir. Então, temos que plantar agora para que, lá na frente, nós possamos ter uma colheita frutífera. A ansiedade acaba batendo quando está prestes a começar o campeonato, mas desde o momento em que o grupo está focado num só objetivo, isso não passa a ser um problema, e sim mais uma motivação.

É na mesma linha de pensamento que Julinho analisa a pressão natural pelo êxito nos dois campeonatos.

- Os resultados virão de acordo com a nossa entrega. Então, quanto mais nos doarmos, mais os resultados surgirão. Com isso, não iremos nos preocupar com a pressão em si.

- Departamento de Comunicação - AFC







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