Lateral é uma das novidades do elenco (Marcio Menezes / America Rio)

04/04/2019
No melhor momento da carreira, Rafinha promete entrega total pelo Mecão

Realmente não parece. A cara de menino e a disposição em campo fazem com que seja difícil acreditar que Rafinha esteja com 35 anos. O lateral-esquerdo, recém-contratado ao Americano, já vem mostrando suas credenciais na chegada ao America, apresentando nos treinos o preparo que demonstrava na equipe campista.

Titular nos últimos três anos, com quase 100 jogos disputados neste período, o jogador vive o melhor momento da carreira enquanto muitos começam a linha descendente. O equilíbrio trazido pela experiência ajudam decisivamente para a ótima fase.

- Agradeço a Deus todos os dias pela saúde que tem depositado em minha vida. É até engraçado: às vezes as pessoas dizem que alterei minha idade só que para frente - se diverte Rafinha, antes de falar sério.

- Há muito esforço e privação para seguir desenvolvendo um bom trabalho. Ao longo da carreira aprende-se com os erros, ganha-se maturidade. Espero continuar com esse bom momento aqui no America e alcançar os objetivos do clube.

O jogador trabalha para ser mais um exemplo de nomes experientes que apresentam ótimo desempenho no clube, casos do goleiro Deola e do zagueiro Vladimir. Para Rafinha, os mais calejados são especialmente importantes nos momentos difíceis.

- Nomes como Deola, Vladimir e Sandro Silva dispensam comentários. São vencedores e é um prazer enorme me juntar a eles. Dentro de campo, quando a coisa não anda bem, na hora em que o bicho pega, são esses que seguram o leme do barco. Passam confiança aos demais atletas, principalmente aos mais jovens, que são o futuro do clube. Essa mescla dará certo, se Deus quiser.

Em 2018, Rafinha, ainda no Americano, viveu bons momentos justamente nas duas competições que o Mecão disputará. Foi vice-campeão da B1, superado pelo próprio America, e ganhou a Copa Rio, o que levou o seu ex-clube de volta aos campeonatos nacionais.


Ele fala sobre as características de cada um dos torneios.


- Na B1, se não ralar a bunda no chão, a coisa não anda. É um campeonato difícil, ainda mais se tratando de America, contra quem todos vão querer beliscar alguma coisa.

Na Copa Rio já é o sistema de mata-mata, um torneio mais curto no qual a margem de erro tem de ser zero. Há várias equipes de Série A com grandes jogadores. Um vacilo pode ser fatal - destaca.

Para o torcedor americano, Rafinha promete, antes de tudo, dedicação total.

- Pretendo ter aqui no America o mesmo êxito e sucesso que tive em meu último clube, com muita entrega dentro de campo. Quando houve o convite do America não tive como negar. Estou mais perto da família, num clube com pessoas sérias nos dando o suporte e encontrando antigos amigos. Isso é muito gratificante. A torcida pode esperar um cara que vive o clube e dá a vida por ele. Dou meu máximo nos jogos e com minha experiência tentarei ajudar de alguma forma. Luta não faltará!

O America estreia na Série B1 no dia 25 de maio, contra o Nova Cidade, fora de casa. A estreia na Copa Rio está prevista para o dia 3 de julho, O adversário sairá do duelo entre Sampaio Corrêa e Mageense.

- Departamento de Comunicação - AFC





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