Renan em partida pelo America (Juliana Oliveira/AFC)

26/07/2020
Renan inspira-se no pai para crescer como jogador profissional

Talento que vem de berço. É assim que Renan busca inspiração para continuar evoluindo no futebol. Filho do ex-jogador José Marcelo, o meia acabou herdando as características do pai, inclusive a posição dentro do campo. De contrato renovado, Renan é o nosso segundo personagem da série de entrevista com as futuras promessas do Mecão. Nesta conversa, o jovem falou sobre suas inspirações, seu momento no futebol, os desafios da transição da base para o profissional e o futuro pelo clube.

1 - Como você avalia sua primeira temporada como profissional?

Graças a Deus, a minha família, aos meus empresários e a minha namorada, eu tive bastante paciência pra trabalhar e esperar minha hora para dar tudo certo na estreia. Pra mim, foi uma experiência incrível que dará muito certo rapidamente.

2 - Você lembra o que sentiu quando entrou em campo pela primeira vez nos campos como profissional?

Lembro sim, uma sensação boa demais. Me senti muito tranquilo, sabia o que tinha que fazer em campo e fiz.

3- Quem é a sua maior referência no futebol?

Meu pai. Eu tenho todas as formas e jeitos dele em campo, não tenho inspiração maior que essa.

4 - Falando um pouco da história, como você começou sua carreira como jogador?

Comecei aos 14 anos, jogando peladas por onde moro, aqui em Caxias mesmo, até o dia em que eu mesmo, sozinho, fui fazer um teste em um clube chamado Duque Caxiense. A partir dali segui o caminho até onde estou.

5 - E como você chegou ao America?

Meu empresário me indicou pro clube para uma semana de testes. Agradei o Professor Ney
no primeiro dia e, no terceiro dia, fui aprovado aos 18 anos.

6 - Como foi sua transição da base para o profissional?
Foi difícil pra mim, o clube estava em disputas de finais da B1, tive que ser emprestado para um clube de série C. Voltei pra seletiva sendo o 3 meio campo, mas trabalhei muito e consegui meu objetivo.

7 - Quais foram os principais conselhos que os jogadores mais experientes passaram para você?

Acho que foi trabalhar. Deus sempre me acalmando e meus amigos sempre falando para eu trabalhar. Rafa, Correia, Künzel, Lucão e Carlão, sempre diziam para mim: “apenas trabalhe que sua hora vai chegar “.

8 - De contrato renovado, quais são suas expectativas para a próxima temporada no Mecão?

É poder ajudar de qualquer forma o America. Pôr o clube no lugar que nunca deveria ter saído e também jogar mais, trabalhar e buscar meu espaço para ter mais minutos. Assim, o America e eu seremos ajudados.




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